mimimmmmmimi

 

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Orega não come amigos!

Caro apreciador de escritos inspirados por uma doce pitada de orega, hoje vamos falar de uma amizade natural.
Como usária oregante (lembrando que orega é completamente imaginário!), vale ressaltar que sou vegetariana. Por que sou assim? Há algum problema nisso? Há alguma oposição de Marci em relação a esse estilo de alimentação?

Proponho a você uma reflexão orega instigante sobre uma antiga ''hablação'' do nosso amigo Elfo Epilético:
"Voa, voa andorinha, corre, corre leopardo, pula, pula coelhinho, bate, bate coração. O que respira, sente, o que sente, de fato sabe como oregar. Se eles oregam e eu também, somos todos oregueiros, amigos do mesmo orega. Devido ao código de irmandade, como comer um companheiro? Não discuta, pense, analise, sinta. E pra quem sabe oregar, sinta mais uma vez. Bate, bate coração."

Inspirador, não? Diante dos últimos acontecimentos que assistimos pela televisão ou até mesmo somos obrigados a lidar diariamente em lugares frequentados por nós, somos levados a crer que o homem tem provado ser inferior aos animais no ranking do SCASP (Seres Capacitados de Amar, Sentir e Pensar).
 E como exemplo dessa inferioridade temos o homem que, talvez por simples e natural ignorância, após longos discursos que discriminam e apontam como praga homens que matam outros, comete o mesmo erro ao matar um animal, um ser vivo. E como se não bastasse cometer tal homicídio, ainda o finaliza saboreando, apreciando e valorizando comercialmente a carne daquele que morreu.
Isso seria justificado como sobrevivência, como modo de manter-se saudável? Se a carne de um animal morto incluída em nossa alimentação é comprovado como saudável pela ciência, isso quer dizer que a morte faz bem, traz inteligência e é sinônimo de saúde?

Esse assunto pode prolongar-se ainda mais, porém, sem mais delongas, espero que você reflita sobre isso.
E lembre-se, orega que é orega de verdade não come amigos!

Beijeds, pra relembrar a moda antiga...